Un ataque constante a nuestra soberanía

Desde 1938 Portugal se ha adueñado ilegalmente de archipiélago de Las Salvajes de soberanía canaria,aprovechándose de la guerra civil española para apoderarse unos 40.000 kilómetros cuadrados de nuestro mar, las Salvajes desde tiempos inmemoriales han sido zona de pesca y refugio de nuestros pescadores, nunca han sido portuguesas como nos quieren hacer ver, tanto los medianeros del colonialismo español, como la misma metrópolis, porque principalmente a España no le interesa, especialmente  porque temen perder Olivenza y particularmente los canarios y nuestros asuntos les importa una mierda, simplemente nos quieren para que sus empresas tenga un mercado cautivo para sus productos y servicios, nunca dejaremos de ser ciudadanos de tercera clase, que hasta por comprar en Internet tenemos que pagar a las aduanas españolas en contra del libre comercio y competencia, no podemos aprovecharnos de unos de los efectos beneficios de la globalización, tenemos que pagar tributos a la oligarquía española, pero esto lo hacen para que los canarios desistan en comprar más barato en Internet y compren en sus empresas.

Mapa antiguo de Canarias donde se puede apreciar perfectamente que aparece las islas Salvajes dentro de Canarias.

Volviendo al tema en cuestión es un autentico despropósito político dejar de lado este tema, ya es que es ceder nuestra soberanía y estamos hablando de más de 40.000 kilómetros cuadrados robados por Portugal, prácticamente se comen la mitad de nuestra ZEE, lo que supondría una negligencia por nuestra parte y es lo que intenta los españoles, destruir la canariedad a toda costa, nos han dejado sin aguas archipelágicas y sin nuestros islotes de Las Salvajes, pero en cambio con Gibraltar están dando todo el día y todo el tiempo la matraca y los canarios entrando en ese juego sucio, mientras los portugueses están explotando los recursos pesqueros de islas que no son suyas, gracias a la inoperancia de los gobiernos coloniales y de la misma metrópolis española que no están a lo que realmente tienen que estar y no es otra cosa que defender los intereses de l@s canari@s .

Lo que nos quieren hacer los portugueses

Como pueden comprobar los portugueses no quieren quitar más de 40.000 kilómetros cuadrados de nuestra ZEE con el beneplácito del gobierno colonial español que la situación de las islas Salvajes y que Canarias pierda una parte importante de su ZEE y la soberanía de las islas, se las trae al pairo, ellos sólo quieren seguir conservando los mercados cautivistas en nuestro país, lo demás le importa un bledo, nosotros somos la Cuba del XIX, entendiendo el colonialismo sobre Cuba, podremos entender el neocolonialismo español sobre Canarias, porque han usando las mismas armas que las que usaron en Cuba para mantener su dominio colonial y asegurarse un mercado cautivo para sus empresas, Cuba al igual que Puerto Rico, eran un mercado cautivo para las empresas españolas, prácticamente todo lo importaba de España, especialmente de Cataluña, como ocurre  hoy exactamente igual que ayer, en Canarias.

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ZEE de Canarias junto con las islas Salvajes

 

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13 thoughts on “Un ataque constante a nuestra soberanía

  1. Como resolver as questões das ilhas selvagens e de Olivença – ponto de vista de um português

    A posição da Espanha plasmada num documento oficial da ONU, em 5 de Julho, é não aceitar que as Ilhas Selvagens tenham uma Zona económica Exclusiva (ZEE) atendendo a que as considera apenas rochedos, só com direito a Mar Territorial de 12 milhas, e uma Zona Contígua até às 24 milhas.

    Na minha opinião não é uma ameaça séria, mas sim uma oportunidade histórica para o Estado Português reclamar a devolução de Olivença.

    Deste modo, o governo português já deu uma resposta em conformidade nas Nações Unidas e com grande probabilidade (até porque já existem precedentes com as ZEE de outros países como algumas ilhas do Brasil) será dada razão ao nosso país.

    Já a questão da plataforma continental é diferente. À volta das Selvagens, não está em causa a extensão da plataforma portuguesa (para lá das 200 milhas) atendendo a que as Selvagens estão localizadas a 82 milhas das Canárias. Assim sendo, não há nenhuma plataforma para alargar nesse mesmo local.
    O alargamento da plataforma portuguesa poderá processar-se apenas a partir das ilhas da Madeira e de Porto Santo. A Espanha ainda não apresentou a sua extensão da plataforma para a área oeste das Canárias, mas é um facto notório que precisamente na parte final a alargar da plataforma portuguesa, a sudoeste da Madeira, irá haver uma sobreposição com a plataforma espanhola.

    Como resolver então a questão de Olivença (incluindo Talega ou Táliga, em castelhano)?

    Atualmente, não vislumbro que os políticos portugueses consigam diplomaticamente a restituição de Olivença, sem fazerem algumas concessões aos Espanhóis. Os Espanhóis cobiçam as águas das ilhas Selvagens que têm um interesse estratégico por causa da delimitação da Zona Económica Exclusiva (ZEE).

    1ª Proposta: Portugal manter a soberania sobre as ilhas selvagens e autorizar que metade da sua zona exclusiva entre a Madeira e as Canárias, excluindo as 12 milhas das ilhas selvagens, ((245/2)) -12) = 110,5 milhas náuticas, seja explorada pela Espanha apenas para a pesca, durante 50 anos, mantendo Portugal a soberania sobre as ilhas selvagens (e sobre a totalidade da sua zona exclusiva) e também todos os direitos sobre os fundos marinhos contíguos, pois poderá haver petróleo e/ou gás nos fundos marinhos que futuramente Portugal possa explorar.

    2ª Proposta: Caso seja dado provimento ao alargamento da plataforma continental portuguesa (que se prevê ocorrer até 2015), Portugal autorizar que a parte final da plataforma portuguesa, a alargar a sudoeste da Madeira, onde há uma sobreposição com a plataforma espanhola (área oeste das Canárias), seja explorada pela Espanha apenas para a pesca, durante 50 anos, mantendo Portugal a soberania sobre esta zona da plataforma continental e também os direitos sobre todos os fundos marinhos contíguos da mesma, pois (da mesma forma) poderá haver petróleo e/ou gás nos fundos marinhos que futuramente Portugal possa explorar.

    3ª Proposta: Em caso de manifesta intransigência Espanhola, considerar outras hipóteses, mais difíceis de reunirem consenso e ceder ainda mais. Que concessões estaremos dispostos a fazer? Têm a palavra os nossos políticos…Reconheço que esta última proposta não seria do agrado da maioria da opinião pública portuguesa, tudo dependeria do que Portugal iria ceder, mas atenção que os políticos espanhóis também terão que “salvar a face” perante os seus eleitores.

    Qualquer destas hipóteses deve prever (como prova de boa vontade do estado espanhol), a restituição prévia de Vila Real (Alandroal) a Portugal sem quaisquer condições prévias, para cuja usurpação a Espanha não tem qualquer fundamento jurídico.

    Se mesmo assim os Espanhóis não aceitarem a restituição dos territórios de Olivença, este assunto deverá ser encaminhado com a devida fundamentação, para o Tribunal de Justiça da União Europeia e/ou no Tribunal internacional de Justiça em Haia (Nações Unidas) com a maior urgência.

    No que concerne à questão dos territórios de Olivença, para além do tratado de Cádis de 1810, há ainda o tratado que foi subscrito pela Espanha em 1817 (Convenção de Viena de 1815) que no seu artigo nº 105.º prevê a restituição dos territórios de Olivença. A Espanha, como país da União Europeia que é, “deveria agir de boa-fé” e cumprir os tratados que assinou. Refira-se ainda que o tratado de Viena está válido e não tem estipulado qualquer prazo para Portugal reclamar a devolução do território. Logo Portugal só terá que solicitar diplomaticamente à Espanha que faça a restituição dos territórios de Olivença e Vila Real (Alandroal).

    Saliento ainda que os territórios de Olivença totalizam uma área de 720 km², a que acrescem mais 30 km² do território de Vila Real. Têm em conjunto uma área superior por exemplo à da ilha da Madeira que tem 740,7 km².

    Desde que Olivença foi ocupada pela Espanha em 1801 e com maior ênfase a partir da ditadura do generalíssimo Franco, assistiu-se a um processo de perseguição e discriminação social de todos os oliventinos com origens portuguesas, com vista ao esquecimento da sua história, língua e cultura acompanhado pelo repovoamento com espanhóis de vários pontos de Espanha. Inclusive esses mesmos oliventinos foram coagidos a adulterar para castelhano a toponímia e os apelidos portugueses.

    Embora já bastante tarde, é chegada a hora de se fazer justiça e de se colocar a questão de Olivença e Vila Real (Alandroal) como um desígnio de Portugal, pois esta matéria está inclusive prevista na constituição da república portuguesa no seu Artigo 5.º (Território) nº 1 e nº 3. O Estado Português deve abandonar duma vez por todas, as eventuais atitudes de impotência e submissão perante o Estado Espanhol, consubstanciadas nas alegadas “políticas de avestruz” colocadas em prática pelos sucessivos regimes e governos de Portugal.

    Para concluir: As 3 hipóteses que eu aqui tomei a liberdade de sugerir, para a temática “como resolver então a questão de Olivença” são o meu contributo como cidadão português. Fico a aguardar que os responsáveis políticos portugueses tenham “a coragem” de tomar uma decisão final que conduza em última instância, à restituição pela Espanha a Portugal, dos territórios de Olivença e do território de Vila Real.
    Todos os órgãos de soberania portugueses, partidos e a sociedade portuguesa em geral devem unir-se em torno desta causa, tomando como exemplo, a questão de Timor-Leste versus Indonésia que gerou um amplo movimento e consenso nacional em Portugal, o que se traduziu na prática, em objetivos previamente definidos que foram amplamente atingidos.

  2. Proposta de devolução de Olivença:
    1) Período de transição ou cossoberania de 5 a 10 anos. 2) Gradualmente nas escolas e em todos os locais públicos, placas em português e castelhano. Também todos os órgãos de comunicação social seriam bilingues. 3) Ensino obrigatório do português nas escolas. 4) Dupla nacionalidade portuguesa-espanhola para todos os oliventinos que o quisessem nascidos no concelho de Olivença, Talega e Vila Real. 5)Transformação de Olivença em “cidade franca” com um regime de impostos especial, bastante inferior ao praticado em Portugal e Espanha.

    6) Todos os descontos das reformas dos Oliventinos assumidas proporcionalmente pela Espanha até ao período de transição e após esse período proporcionalmente assumidas por Portugal. 7) Devolução de todo o património de Olivença para a soberania portuguesa sem exceção. 8) Todos os funcionários do Estado Espanhol nascidos no concelho de Olivença poderiam continuar a trabalhar na Administração Portuguesa em Olivença desde que reconhecessem a soberania portuguesa e aprendessem português e as leis portuguesas. 9) Forte Investimento do Estado Português e das empresas portuguesas em Olivença, para que os Oliventinos se tornassem cidadãos com os mesmos direitos e obrigações dos restantes portugueses.

    10) Única zona de Portugal onde para além do Português, o Castelhano seria língua oficial.
    11) Os territórios de Olivença e Vila Real teriam um regime administrativo especial (mas não autonómo), durante pelo menos 50 anos. Não dependeriam directamente do Alto Alentejo (distrito de Portalegre) mas sim directamente de Lisboa. Seriam uma região administrativa única.

  3. Ainda sobre os que argumentam da “inevitabilidade” de um referendo sobre Olivença e de que já passaram mais de 200 anos…

    A questão de Olivença e a questão de Vila Real fazem sentido hoje e farão sentido sempre.

    Num referendo que ocorreu em 2002 sobre Gibraltar, 99% dos votantes rejeitaram qualquer proposta de partilha de soberania entre o Reino Unido e a Espanha. Se optarmos pela ótica dos referendos, Gibraltar nunca será Espanhol.

    Não partilho também da opinião, dos que defendem que a realização de um referendo é condição “Sine qua non” para a restituição dos territórios de Olivença e Vila Real.
    Então quando Olivença foi invadida em 1801, os castelhanos também perguntaram aos oliventinos se queriam ser espanhóis? E os espanhóis nem podem invocar esse argumento, pois nesse caso, teriam também que fazer referendos na Catalunha, Galiza, País Basco e eventualmente nas Canárias e Andaluzia…

    Há um tratado que foi assinado pela Espanha em 1817, (Convenção de Viena de 1815) e a Espanha, como país da União Europeia que é, “deveria agir de boa-fé” e cumprir o tratado que assinou.
    Esse tratado continua válido e não tem estipulado qualquer prazo para Portugal reclamar a devolução do território. Logo Portugal só terá que solicitar diplomaticamente à Espanha que faça a restituição dos territórios de Olivença e Vila Real.

    Acrescento ainda, que o que está em causa são os territórios de Olivença, não as pessoas. Quem não quiser a dupla nacionalidade (espanhola-portuguesa), poderá tranquilamente continuar a fazer a sua vida. É cidadão europeu e tem nessa qualidade praticamente os mesmos direitos de qualquer cidadão português. Ou os espanhóis que trabalham em Portugal, alguma vez se queixaram de ser discriminados?

    Se a questão não for resolvida diplomaticamente terá que ser resolvida no Tribunal de Justiça da União Europeia e/ou no Tribunal internacional de Justiça em Haia (Nações Unidas).

  4. A questão de Vila Real (em castelhano, Villarreal) versus questão de Olivença
    O Tratado de Alcanizes, de 1297, estabelecia Olivença (incluindo Talega) como parte de Portugal. Em 1801, através do Tratado de Badajoz, denunciado em 1808 por Portugal, o território foi anexado a Espanha. Em 1817 a Espanha reconheceu a soberania portuguesa subscrevendo o Congresso de Viena de 1815, comprometendo-se à devolução de Olivença. Os Espanhóis para justificarem a atual ocupação deste território, consideram que se encontra em vigor o tratado de Badajoz.
    No entanto, a aldeia de Vila Real, situada na margem esquerda do Guadiana, hoje anexada a Olivença, fazia parte em 1801, data da ocupação espanhola, de Juromenha, povoação localizada na margem direita deste rio e que hoje está integrada no concelho do Alandroal. Deste modo, o limite entre Olivença e Juromenha não se fazia pelo Guadiana, mas sim por uma linha terrestre, situada entre a aldeia de Vila Real e a na altura vila de Olivença.
    O Guadiana não seria o limite entre Portugal e Espanha, junto a Juromenha, mas apenas no pequeno troço do rio que servia de limite ao terminus de Olivença, e que ia desde a ribeira de Alconchel até ao monte de Abegões (situado a norte da foz da ribeira de Alconchel). Assim sendo, a nova ponte (ao lado da antiga Ponte de Nossa Senhora da Ajuda), no seu lado poente situa-se no términus de Elvas, enquanto no seu lado nascente situa-se (não em Olivença) mas sim no antigo términus de Juromenha, hoje pertencente ao concelho do Alandroal.
    Quando em 1801, pelo Tratado de Badajoz, Portugal cedeu Olivença ao Estado Espanhol, excluiu dessa cessão a parte do terminus de Juromenha situado na margem esquerda do Guadiana. Considerando a Espanha que o Tratado de Badajoz é válido, a aldeia de Vila Real e o seu território pertencem juridicamente ao actual concelho do Alandroal. A Espanha tinha, assim, de restituir a aldeia de Vila Real e todo o território que lhe pertence independentemente da Questão de Olivença.
    Se há uma questão que é linear e em que os próprios Espanhóis não têm qualquer argumento juridico, a Espanha como prova de boa-fé deveria restituir Vila Real e o seu território, que têm de superfície 30 km².

  5. Olivença (Olivenza em castelhano) e o Direito Internacional – ponto de vista de Portugal

    O argumento jurídico mais forte que é apresentado por Espanha é o tratado de Badajoz (1801).
    O argumento jurídico mais forte apresentado por Portugal é a ata da convenção de Viena (1815) ratificada pela Espanha em 1817.

    Deste modo é importante analisar o tratado de Badajoz.

    Na minha opinião e na de especialistas portugueses de direito internacional, o Tratado de Badajoz está ferido de várias nulidades portanto é nulo.

    Há uma situação que é extremamente importante: (…) O Tratado de Badajoz de 1801 era um «Tratado de Paz», o que expressamente ficou definido no seu preâmbulo (…).

    De qualquer modo como esta questão é muito extensa vou remetê-los para o Link:

    pt.wikipedia.org/wiki/Quest%C3%A3o_de_Oliven%C3%A7a

    Analisem com atenção os seguintes itens:
    – Nulidade do Tratado de Badajoz
    – Falta de manifestação da livre vontade de Portugal
    – Tratado de Fontainbleau e a violação da Paz
    – Tratado de Paris de 1814
    – O Congresso de Viena e a restituição de Olivença
    Também é referida bibliografia…

  6. Olivença (Olivenza em castelhano) – Espanha administra território que é português face ao direito internacional

    Concluindo: No que concerne à questão dos territórios de Olivença, para além do tratado de Cádis de 1810, há ainda o tratado que foi subscrito pela Espanha em 1817 (Convenção de Viena de 1815) que no seu artigo nº 105.º prevê a restituição dos territórios de Olivença. A Espanha, como país da União Europeia que é, “deveria agir de boa-fé” e cumprir os tratados que assinou. Refira-se ainda que o tratado de Viena está válido e não tem estipulado qualquer prazo para Portugal reclamar a devolução do território. Logo Portugal só terá que solicitar diplomaticamente à Espanha que faça a restituição dos territórios de Olivença e Vila Real (Alandroal).

  7. Por qué non búscan en Internet la historia de la soberanía de las islas salvajes? La historia de estas islas no comienza en el año 1934 como el creador de este blog deseaba… Ha olvidado que la historia de las islas va más allá…

  8. O autor do texo está equivocado, no se recorda que as Ilas Canarias foram descobiertas pelos portugueses? No se recorda que Ceuta era Português? Que foi roubado a Portugal quando o Rei Espanhol Filipe governou toda a Peninsula Ibérica? E o caso de Olivença? No si recorda? No se recorda que una isla de rocha muy cerca de Marrocos, Espanha considera como suas?

  9. Primero, Canarias nunca fueron descubiertas ni por españoles ni mucho menos portugueses, segundo, las islas Salvajes siempre han estado dentro de Canarias, los asuntos que ustedes tengan con los españoles son cosa suya.

  10. Amigo JG, lo que ustedes tenga con los españoles respecto a Oliveza es su problema, no el de los canarios, pero en el caso de las islas Salvajes si es nuestro problema, porque esas islas son parte indivisible de Canarias y en un futurible proceso de descolonización se incluiría las islas Salvajes.

  11. Puta que vos pariu a todos espanhois!
    As ilhas selvagens nunca foram nem serão cossas.
    Só têm as canárias por favor pois não vos pertençiam devido ao tratado de tordesilhas.
    Vocês querem é que vos cortem a cabeaça.

    • Estás valiente tú, para amenazar con cortar cabezas… Mira godo luso, esas islas ni son españolas ni portuguesas, lo que ustedes tengan con los godos son cosa suyas, no nuestras, así que los insultos y amenazas te las guardas. Portugal se adueño de esas islas en 1.938, esas islas siempre han sido de Canarias, fue lugar de pesca y refugio de pescadores canarios durante siglos.

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